terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

---Trechos---


Eu posso ser bem chata às vezes, ou até mesmo insuportável. Posso ser a pessoa mais legal que você vai conhecer. A mais animada, a mais alegre. Talvez a mais triste, a mais depressiva. Talvez a mais baladeira, ou a mais caseira. Talvez a única que prefira computador, à TV. A mais sem noção. A mais palhaça ou a mais séria. A mais educada, ou a que mais fale palavrões. Simplesmente não me defina, porque até eu não sei como vou estar no dia de amanhã. ------------------------------------
Costumo chorar quando estou com raiva, escrever quando estou triste, comer quando estou angustiada e sorri por qualquer besteira. Não costumo dizer abertamente tudo que penso, minha mente é um mar de segredos. Tudo ao meu redor começou a se mover velozmente. De repente deparei-me com um caminho cheio de dúvidas, escolhas e enigmas. Eu tão insegura e sensível, não sabia como fazer. Criei então uma armadura, uma válvula de sobrevivência. Algo que realmente fazia sentido e que me aliviasse.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

---Trechos


Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama.“
(William Shakespeare)
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Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar. por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre.